Quando se pretende contratar um serviço de segurança, ou melhor ainda, planejar a segurança, como você pode acompanhar aqui no blog, é comum pensar apenas em estrutura física e nos profissionais, ou seja, no que é visível. Mas, independentemente de se tratar de um condomínio, uma empresa ou uma instituição, é necessário analisar 3 fatores primordiais antes de se definir o plano de segurança que será contratado.

São eles:

  1. O nível de segurança que se pretende ter;
  2. O quanto você aceita que esse nível de segurança interfira em seu conforto e rotina;
  3. O orçamento disponível para esse investimento.

Veja um modelo com vários níveis diferentes:

É Importante reforçar que essa avaliação prévia deve ser feita por uma equipe especializada para todos os níveis de segurança: baixo, médio ou alto e em todos os tipos de instalações, seja um estabelecimento comercial, residência ou até mesmo um órgão governamental.
Para cada lugar e para cada necessidade, há limitações que precisam ser consideradas. Em condomínios, por exemplo, o que determina o nível de segurança a ser implantado é o quanto da privacidade e conforto os moradores estão dispostos a abrir mão. Já em empresas, a avaliação normalmente é feita na área de logística, pois envolve mudanças em todo o processo. Quanto mais complexos forem os procedimentos, mais segurança terão.

Sobre o investimento, se faz necessário apontar quais recursos serão aplicados, estabelecer o OPEX (Operational Expenditure) para despesas operacionais de custos contínuos e o CAPEX (Capital Expenditure), despesas com capital, com custos incorridos para desenvolvimento de componentes não consumíveis.

No caso de empresas, considerando o ROI (Return Over Investment) os investimentos CAPEX devem buscar redução nas despesas mensais/anuais e assim alcançar o PAYBACK, ou seja, após um determinado período, obter lucro. Nesse processo é importante pensar em como manter ou melhorar os bens físicos, como equipamentos por exemplo, se são equipamentos frágeis ou tecnologias de última geração, qual a quantidade, etc. E ainda, analisar qual a mão de obra necessária, se serão contratados profissionais já qualificados ou se a qualificação será feita posteriormente. São pontos delicados que podem fazer toda a diferença no futuro, seja no investimento, seja no resultado.

Se quiser saber mais, conte com a orientação dos nossos especialistas.

Consultoria técnica: Eytan Magal – CPP.

Kellen Reis
Jornalista MTB/SP 5758
Cabum Comunicação Empresarial

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